«Um óptimo exemplo de edição crítico-genética […] um modelo de reconstrução filológica do itinerário que presidiu à elaboração da colectânea [A Chaga do Lado]».
Do prefácio de Giuseppe Tavani
«[A Chaga do Lado é], ao contrário do que tem sido corrente afirmar, uma obra importante do cânone regiano e não um livro que anuncia o começo da decadência do poeta. Nesse aspecto, subscrevo, com gosto, a importância que a investigadora italiana lhe atribui e que tão galhardamente se esforça por fundamentar. […] E fê-lo com inteligência, calor e sensibilidade – aquela sensibilidade que Régio dizia dar asas à própria inteligência».
Do prefácio de Eugénio Lisboa
«Estamos na presença de uma poesia que expressa, com a escolha corajosa da forma satírica – e isto numa época de forte censura –, a inquietude e a indignação de uma consciência».
Maria Bochicchio
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